Let’s rock com Caatinga Rocks no QMTP!

Por Clarice Concê

A gente pode até crescer sozinho, mas juntos somos muito mais fortes. Por isso é bom que é danado ver o movimento cervejeiro artesanal dando seus frutos em outros estados do Nordeste. E aí a gente só pode ficar com os olhinhos brilhando por receber uma cervejaria arretada do nosso vizinho Alagoas para enriquecer ainda mais nossa festa.

História

Lançada em fevereiro de 2017, a genuinamente alagoana Caatinga Rocks nasceu das panelas dos irmãos Marcus e Rafael Leal, que uniram a expertise administrativa de um com muito estudo cervejeiro de outro para transformar a paixão em um negócio.

A Caatinga Rocks possui quatro rótulos para lá de irreverentes que retratam bem a mistura do DNA nordestino com a revolução artesanal que acontece ao redor do mundo. O primeiro lançamento da cervejaria é uma Extra Special Bitter que na versão Caatinga Rocks virou a English Serelepe Brasileira, uma ESB com perfil balanceado, premiada com o ouro na categoria English Ales da I Copa da Cerveja POA e eleita cerveja do ano no mesmo campeonato. É para ficarmos todas serelepes com esse prêmio!

Para completar o time ainda temos a Pura Vida Surf Ale, uma cerveja é leve, refrescante e feita com casca de laranja orgânica; a Cangaço Kingdown, uma Double IPA com bastante aroma e sabor de lúpulo nobres americanos; e a Zumbi Republic, uma Imperial Stout mais tropical, com cacau, hortelã e coco queimado.

Foto: Alzir Lima para Stylife.com.br

É ou não é para ficar animada com as cervejarias que estão marcando presença no QMTP?! E tu tá esperando o quê para fazer parte dessa festa? Quer garantir seu ingresso ? O QMTP é hoje, mas ainda dá tempo. Então clica aqui e não fica de fora da festa mais esperada do ano, no calendário cervejeiro de Pernambuco.

Session Rye IPA da Capunga no QMTP 2018

Por Marias Bonitas

Contar a história desse novo movimento da Cerveja Artesanal de Pernambuco, sem falar da Capunga é uma heresia!E é por esta importância nesse cenário que convidamos a Capunga a participar do Que Malte Pergunte 2018.

15.png

A Capunga Craft Beer é uma cervejaria artesanal localizada em Pernambuco que atualmente contam com a expertise do nosso querido “Mestre Mozir” para produzir o líquido sagrado. As receitas deles são desenvolvidas com carinho e personalidadeempenho para proporcionar ao nosso consumidor uma experiência que envolve drinkability e boas conversas.

A história

Jovens cervejeiros de panela e apreciadores de boas cervejas, se juntaram para fundar a Cervejaria Capunga em 2015. Edgar e Victor começaram a fazer cerveja em casa em meados de 2013, e sempre tiveram o sonho de ter sua própria cervejaria, quando conheceram Dante e Bruno, que já tinham uma fábrica que produzia chopp pilsen, formaram uma nova sociedade e lançaram a primeira cerveja, um chopp lager em maio de 2015.

Edgar e Victor escolheram o nome Capunga para homenagear a região do Recife onde viveram praticamente toda a vida. Pouco tempo depois, ao ler o livro “A Capunga, crônica de um bairro recifense”, do autor Professor José Antônio Gonçalves de Melo, descobriram que foi na região da Capunga que surgiu a primeira cervejaria de todas as américas, em 1640, fundada por Maurício de Nassau, e comandada pelo cervejeiro holandês Dirc Dicx.

Estilos

A Cervejaria Capunga já conta com mais de 6 estilos (considerando as colaborativas com bares de Recife). Sendo as mais comentadas:
  • American Premium Lager
  • American Pale Ale – APA
  • India Pale Ale – IPA (Cumade Florzinha)
  • Double IPA (Bala de Prata)
  • Capunga Praia
  • Umbucenteio
  • Brown IPA

A Session Rye IPA da Capunga  (5,0%) estará presente no “Que Malte Pergunte… tem cerveja gringa aí?” e você não pode perder.  Quer garantir seu ingresso ? O QMTP é hoje, mas ainda dá tempo. Então clica aqui e não fica de fora da festa mais esperada do ano, no calendário cervejeiro de Pernambuco.

A tradição da Schornstein no QMTP 2018!

Por Clarice Concê

A história da cerveja no Brasil está intimamente ligada à imigração alemã na região Sul do país e é justamente da cidade considerada a mais alemã do país (Pomerode, SC) que vem mais uma cervejaria participante do QMTP 2018: a Schornstein!

LEI DA PUREZA

A tradição cervejeira na Alemanha é fundamental para a história da cerveja. Foi lá que surgiu, por exemplo, a lei de defesa ao consumidor mais ainda em validade: a Lei da Pureza de 1516, ou a Reinheitsgebot, que define a produção de cerveja com quatro ingredientes, sendo eles malte, lúpulo, água e levedura (adicionada no século XVII). É verdade que outras questões estavam envolvidas no desenvolvimento da lei (econômica e política principalmente), mas não podemos negar que muitas pessoas sem conhecimentos cervejeiros tentaram se dar bem no mercado com bebidas de baixa qualidade, usando ingredientes sem qualquer controle, como cogumelos venenosos e até bile de boi!

Mas a Lei da Pureza não foi a única a causar um grande impacto na tradição cervejeira alemã. Durante muito tempo a cerveja só podia ser fabricada no outono e no inverno. Esse período de temperaturas mais baixas era ideal para que os microorganismos de baixa fermentação atuassem no mosto, enquanto bactérias e leveduras ale ficavam inativas. Daí a cultura das lagers ser tão forte na Alemanha.

É seguindo a tradição e a paixão alemã (e utilizando apenas malte, lúpulo, água e levedura!) que a Schornstein produz desde 2006 suas premiadas cervejas. Aliás, só no ano de 2017 foram 6 cervejas premiadas, sem contar o prêmio de queridinha dos cervejeiros da Schornstein IPA, porque não tem como errar com ela.

Fonte: Divulgação.

Festival Schornstein

No ano em que a cervejaria completou 10 anos, uma nova tradição surgiu em Pomerode. O Festival Schornstein, que conta com atrações musicais e gastronômicas, além de muita cerveja boa, é um grande evento de rua, bem em frente à fábrica e acontece em junho, mês de aniversário da Schornstein. Vale ou não vale ir para o calendário cervejeiro?

Primeira edição do Schornstein Festival. Fonte: All Beers.
Fonte: Fábrica da Schornstein

Quer garantir seu ingresso e degustar a sua Schornstein? Então clica aqui e não fica de fora da festa mais esperada do ano, no calendário cervejeiro de Pernambuco.

 

Olinda: carnaval rima com cerveja artesanal

Por Clarice Concê

Olinda, quero cantar
A ti, esta canção
Teus coqueirais, o teu sol, o teu mar
Faz vibrar meu coração
De amor a sonhar
Minha Olinda sem igual

Salve o teu carnaval!
 [Hino do Elefante]

Fonte: Commons Wikimedia

Está chegando a hora de entoar a plenos pulmões e incontáveis vezes o hino que já deixou de ser apenas de um bloco e virou hino da cidade, do carnaval e de todos nós foliões. Mas se você acha que a gente espera a abertura oficial do carnaval para cair na festa, está muito enganada! As prévias carnavalescas estão acontecendo desde o ano passado e prometem deixar muita gente sem saber para onde ir nos próximos finais de semana. E também vão nos preparar para quatro dias intensos. Uma maratona física, sim, subindo e descendo ladeiras, com o sol brilhando sem piedade sobre nossas cabeças, muitas vezes sem poder guiar o caminho, sendo levadas pela multidão. Mas uma maratona cheia de riso, festa e cor, surpresa e encantamento. Porque o carnaval de Olinda é emoção à flor da pele, não importa quantos anos anteriores a gente já brincou.

Fonte: Wikipedia

Uma cidade que carrega em si tantas histórias, tanta tradição e cultura, só podia ser uma das pioneiras na trajetória da cerveja artesanal pernambucana. Pois foi lá em 2013 que os irmãos Acioli se uniram para transformar uma paixão em negócio e criaram a Duvália na mesma casa em que cresceram no bairro de Jardim Atlântico. Desde então a família Duvália só faz crescer. Hoje são cinco rótulos produzidos pela cervejaria: Weiss, American Pale Ale, Blonde Ale, Stout (com mel de engenho!) e a caçulinha Silibrina, uma American IPA.

Fonte: Divulgação
Fonte: Divulgação.

Por falar em Olinda, por falar em carnaval, já pensou como garantir uma cerveja artesanal nos dias de folia? Pois a Cervejaria Babylon pensou! A Casa da Babylon no carnaval de Olinda será um day use open bar numa localização privilegiada, bem na Rua Prudente de Morais. Além da participação de diversas cervejarias, o serviço ainda inclui outros tipos de bebidas alcoólicas, água, refrigerante, banheiros exclusivos, lounge e atrações musicais.

Fonte: Divulgação

A Babylon além de produzir a já conhecida German Lager, agora tem o reforço da Kaffe Amber Lager, uma breja artesanal com cold brew, fruto de uma parceria com a Kaffe Torrefação e Treinamento.

Fonte: Blog Arretado

E adivinha onde você vai encontrar Duvália e Babylon? Na melhor não-prévia não-carnavalesca em linha reta da América Latina: nosso querido QMTP!

duvalia_babylon.png

Quer garantir seu ingresso? Então clica aqui e não fica de fora da festa mais esperada do ano, no calendário cervejeiro de Pernambuco.

 

 

 

Porque a maioria das garrafas de cerveja são da cor âmbar?

Por Patrícia Sanches

Para muita gente envolvida na área de cervejas artesanais, parece uma pergunta meio óbvia de se responder, mas muitos consumidores ainda desconhecem o que implica nas diferentes cores das garrafas de cerveja. A estética importa nessas horas? Sim, um pouco, mas todo o resto é pura ciência e tecnologia.

Fonte: Zeta Embalagens

Ao longo da história da cerveja, temos registro do armazenamento das cervejas em jarros de barro e o serviço dessas “bebidas oriundas da  fermentação de grãos” eram feitos com canudos para que não se extraísse o precipitado da bebida, que estima-se ter sabor adstringente.

Fonte: Blog Egiptologia
Fonte: Bebida e bebidas

Porém, como contribuição dos romanos, temos o desenvolvimento da técnica de soprar vidro e consequentemente, as garrafas. Isso trouxe uma preocupação estética em relação ao líquido, que não tínhamos antes. Isso explica todo o nosso encantamento ao nos depararmos com as cervejas super filtradas, cristalinas, translúcidas.

O que é o vidro?  

O vidro é um óxido metálico super esfriado transparente, de elevada dureza, essencialmente inerte e biologicamente inativo, que pode ser fabricado com superfícies muito lisas e impermeáveis (Fonte: Zeta Embalagens).

Mas o vidro utilizado antigamente não comportava as pressões de CO2 do nosso líquido sagrado, então muita tecnologia está envolvida em uma simples garrafinha. Acompanhe o vídeo abaixo e veja como é feita a fabricação do vidro:

Segundo a O-I, as etapas de fabricação de uma garrafa são as seguintes:

ETAPA 1: A RECEITA
Na receita do vidro é utilizado: areia, calcário, carbonato de sódio e vidro reciclado. Em seguida, os ingredientes combinados são enviados ao forno para derreter.

ETAPA 2: FUSÃO
No forno eles aquece a mistura a cerca de 1.565 graus Celsius ou 2.850 graus Fahrenheit, criando vidro fundido.

ETAPA 3: A “GOTA”
O vidro fundido é removido do forno, esfriado a uma temperatura uniforme e cortado em “gotas” para formar os recipientes de vidro.

ETAPA 4: MOLDAGEM
As gotas são desviadas para máquinas de moldagem e, em seguida, moldadas para formarem os belos e funcionais recipientes de vidro.

ETAPA 5: ACONDICIONAMENTO
Os recipientes formados passam por uma máquina que os reaquece e esfria gradativamente para aliviar as tensões e fortalecer o vidro.

ETAPA 6: INSPEÇÃO
Por fim, os recipientes de vidro são inspecionados para assegurar que eles atendam aos padrões de alta qualidade. Aqueles recipientes que não atendem a esses padrões, são reciclados e fundidos novamente.

MAS E AS CORES?

Por meio de observação, as pessoas começaram a relatar que a cerveja exposta ao sol sofria alteração de sabor, aroma e cor e começaram a investigar.

Os cientistas descobriram que (dentre outros fatores) a luz do sol, interage com o lúpulo degradando-o, e consequentemente, geram off flavors (sabores e aromas desagradáveis).

Em condições normais, as isohumulonas são estáveis, porém há interações químicas (causadas pela riboflavina e pela luz) que fazem com que elas possam reagir com aminoácidos da cerveja, que consequentemente tem enxofre em sua composição. O produto disso são odores bem desagradáveis.  Em resumo: a luz fornece a energia para alterar as isohumulones, e a riboflavina catalisa a reação produzindo turbidez.

Então começaram a cobrir as garrafas de cerveja para protegê-las da bendita luz, assim como os óculos de sol, sacou? Logo, descobriu-se que se utilizassem garrafas mais escuras,  as cervejas poderiam se manter por mais tempo com as características originais.

Mas então, porque o mercado insiste em usar garrafas verde, por exemplo?

Fonte: O-I

Desenvolvimento de tecnologia e mercado, meu caro! Acompanha o raciocínio:

Como “descobriu-se que a cor escura protegia mais a cerveja, a demanda de vidro âmbar aumentou bastante. Então, quem tinha mais dinheiro investiu em pesquisas para que mesmo com uma garrafa transparente ou clara, as cervejas se mantivessem a qualidade. Daí, espalhou-se o boato mercadológico de que as cervejas que usavam vidros claros eram de qualidade superior, e as garrafas verdes, que se diferenciavam nas prateleiras viraram símbolo de status.

Hoje, em virtude da tecnologia de bebidas e das indústrias de vidro, este status não faz mais sentido, e a única justificativa para o uso de garrafas verdes ou transparentes é estético. Porém, ao utlizar essas garrafas, outros cuidados com o produto interno são necessários, mas isto é assunto para outro post.

Apesar de tudo isso, as garrafas âmbar ainda são as queridinhas dos cervejeiros, seja por tradição ou por proteção; e a Zeta Embalagens, nossa parceira no “Que Malte Pergunte… tem cerveja gringa aí?” lista 3 modelos mais comuns em relação a preferência dos cervejeiros artesanais. São elas:

Sobre a Zeta Embalagens

Desde maio de 2011, a Zeta Distribuidora de Embalagem atua nas regiões Nordeste e Norte do Brasil. Eles são distribuidora exclusiva dos produtos da maior fabricante de embalagens de vidro do mundo, sediada em Perrysburg, Ohio, EUA, e da A Silgan White Cap do Brasil, membro do Grupo SILGAN HOLDINGS INC., líder global no fornecimento de tampas metálicas, plásticas e compostas para os segmentos de alimentos e bebidas. A grande missão da Zeta Embalagens é distribuir produtos  que atendam as necessidades do mercado, criando relacionamento com cada cliente oferecendo soluções em embalagens.

Para mais informações sobre o portfólio da Zeta Embalagens, acesse o site da empresa clicando aqui.

Beijos lupulados.

Cervejarias Ciganas: você sabe o que são?

❤ Por Marias Bonitas

Olá pessoal! Querendo aproveitar que as Cervejarias Armorial e Iscuma Dog estarão presentes no Que Malte Pergunte 2018…

cervejarias_post6.png

…trouxemos um assunto que trás muitas dúvidas entre os cervejeiros que sonham em ter própria cervejaria: “O que é uma cervejaria cigana?”.

É bom deixar claro que nada tem a ver com esse tipo de cigano! rs

Uma cervejaria cigana é um modelo de negócio bom para quem é cervejaria incubadora (aquela que recebe outras empresas em sua infraestrutura) e excelente para quem quer abrir a sua cervejaria sem grandes investimentos em infraestrutura (as empresas ciganos) e quer dedicar todo seu planejamento financeiro no produto final, a nossa boa e velha cerveja.

A expressão “cigano” quer fazer referência ao povo que é livre territorialmente (nômades), traduzindo isso para as cervejarias, são cervejarias que tanto faz estar em uma cervejaria quanto em outra. Mas vamos explicar isso melhor!

Fonte: Braumeister Brasil

Imagine uma microcervejaria que tem 2 tanques fermentadores. Logo, para encher todos, teoricamente (pois isso depende do tamanho da panela), essa cervejaria só utilizaria a parte quente do seu equipamento por 2x no mês. O restante dos outros dias, a parte quente estaria parada, e a parte fria em uso por 15 a 21 dias (ou mais a depender do estilo de cerveja). Isso significa tempo ocioso de equipamento que poderia estar sendo utilizado de forma rentável pela cervejaria incubadora. Concorda?

Então se eu sou um cervejeiro cigano existem várias formas de diminuir os custos fixos de uma cervejaria completa. Vejamos alguns tipos de acordos que podem ser feitos.

Quanto a compra/uso dos fermentadores:

  • Comprar um tanque fermentador e colocar na fábrica.
  • Usar os tanques da cervejaria incubadora.

Quanto a elaboração de receitas/produção:

  • O cigano pode elaborar a própria receita ou apenas sugerir o que quer de perfil sensorial e a cervejaria incubadora se encarrega de preparar a receita para que fique de acordo.
  • O cigano pode acompanhar a produção ou pode ele mesmo utilizar os equipamentos e fazer a sua própria cerveja.

Quanto a compra de materiais:

  • O cigano pode comprar seus próprios insumos, ou pode comprar coletivamente com todos os ciganos da fábrica, incluindo a cervejaria incubadora.
  • A cervejaria incubadora se encarrega da compra de insumos e isto já está calculado na planilha financeira para precificação final do produto acabado.

Entre outros acordos! O céu é o limite (ou o investimento rs)!

A Cervejaria Armorial é uma cervejaria Cigana e tem residencia na fábrica da Cervejaria Capunga (Igarassu-PE). Os seus rótulos mais conhecidos são: Blonde Ale (Galega) e Session IPA (Pirraia), porém agora, dia 05 de janeiro, estarão lançando mais um rótulo, a American IPA (Gringa).

Já a Cervejaria Iscuma Dog é a nova cigana no cenário pernambucano. Acabou de desenvolver seu primeiro lote de cervejas, produzidos na Cervejaria Patt Lou (Vitória de Santo Antão-PE) e lançará seu primeiro rótulo no “Que Malte Pergunte… tem cerveja gringa aí?”

Ambas cervejarias estarão presentes no evento mais esperado do ano! Então para conferir essas novidades, compra rapidão teu ingresso e vem se deliciar em 1000L de cervejas em modo OPEN BAR, com a chopeira aberta para o auto-serviço. É uma experiência única! Para compra de ingresso, clique aqui.

Beijos lupulados!

Escola Inglesa ou Americana? Escolha um lado no Que Malte Pergunte 2018.

Por Instituto Ceres

O evento cervejeiro mais aguardado do ano tá chegando: O Que Malte Pergunte! Esse ano a escolha do tema do QMTP foi bem especial e desafiadora. Duas escolas cervejeiras polêmicas e cheias de encanto: as escolas AMERICANA E INGLESA.

Mas tem gente que deve estar se perguntando: mas o que é uma escola cervejeira? Não estamos falando aqui de instituições de ensino, mas da maneira como esses países ou regiões produzem sua cerveja. Seja pelas técnicas utilizadas, matérias-primas ou pelo DNA que deixam marcado em seus estilos.

ESCOLA INGLESA

Big Ben, a cabine clássica inglesa e o ônibus duplo em Londres

De um lado do ringue temos a Escola Inglesa, que abrange também a Escócia e a Irlanda. Tradicionais e orgulhosos de sua Ale, “Real Ale”. Uma das características das ”Real Ale” é a baixa carbonatação. Sim, a cerveja não está “choca”, realmente é menos carbonatada. Cheia de personalidade.

Sabia que por volta de 1530 até 1552 o uso do lúpulo era proibido por lá?

Alegava-se que ele tirava o caráter do malte torrado, descaracterizando assim, a ale. Ao contrário do que muitos pensam, a IPA (India Pale Ale) não é um estilo originalmente americano (muito menos indiano), e sim um estilo Inglês! Apesar das duas escolas adotarem o estilo, elas têm o perfil sensorial bem diferente. As inglesas com uma base maltada bem marcante, o lúpulo com caráter terroso e herbal, bem diferente da citricidade americana.

ESCOLA AMERICANA

Bandeira americana

Do outro lado do ringue temos os americanos. Uma escola conhecida pelos extremos.Há quem diga que seus estilos são apenas releituras de estilos existentes com uma pitada de exagero. Mas a escola americana é mais que isso. Ousadia, novas tecnologias e técnicas de utilização das matérias-primas, principalmente o lúpulo.

E nós brasileiros temos muito em comum com eles…

Quando se fala em cerveja americana, normalmente a primeira lembrança que vem à cabeça são as cervejas mais leves e claras, as american lager tão disseminadas mundo afora. O que nem todo mundo sabe é a origem dessas cervejas. Após 13 anos de lei seca nos Estados Unidos e crise econômica, foram introduzidos os adjuntos de uma maneira mais contundente, principalmente arroz e derivados de milho. Fonte de carboidrato, eles são utilizados na cerveja desde os primórdios, mas dessa vez, muito mais com o caráter de redução de custos e para proporcionar mais leveza para um público que, em sua maioria, não tinha a cultura de tomar cerveja. Anos depois, houve um “boom” de cervejarias artesanais e o mercado americano é um dos que mais crescem. Hoje com mais de 5.000 microcervejarias, ditam tendências de consumo e produção de cerveja.

MAS E VOCÊ? DE QUE LADO DO RINGUE ESTÁ?

No dia 6 de janeiro teremos exemplares das duas escolas na disputa. Um open bar com cervejas artesanais. Eu não perderia o QTPM se fosse você. Para compra dos ingressos, clique aqui.

E no dia 20 de janeiro, o Instituto Ceres promove um WORKSHOP DE INTRODUÇÃO AO UNIVERSO CERVEJEIRO, abordando a histórias dessas e das outras escolas cervejeiras, ainda com degustação de 8 rótulos sensacionais.

Não conhece ainda o Instituto Ceres? Para saber mais: www.sympla.com.br/institutoceres

Debron e Ekaut: de Pernambuco para o mundo!

❤ Por Clarice Concê

Que o bom pernambucano tem o maior orgulho de tudo que é da nossa terrinha a gente já sabe, mas se tem uma coisa, em especial, que faz o coração das Marias pulsar mais forte são as nossas cervejarias!

Conheçam mais duas cervejarias que participarão da 2ª edição do Que Malte Pergunte!

Cervejarias_Post2

 DEBRON

Uma das várias tradições que envolvem o consumo do nosso pão líquido querido é um brinde com a garrafa que nos serve para a fonte nunca secar. Pensando nisso a vontade que dá é brindar com garrafas, barris e fermentadores da DeBron para que A Fonte continue jorrando belas cervejas.

Foto: Socialland.

Com pouco mais de dois anos de existência e sete rótulos em seu catálogo, a DeBron é pioneira no estado em muitos sentidos. A cervejaria foi peça-chave no crescimento da cultura artesanal em Pernambuco, trouxe para nosso mercado as polêmicas garrafas que aperfeiçoam o colarinho e lançaram com sucesso uma linha envelhecida em barril e madeira, tendência forte na cena cervejeira eme 2017 que deve seguir em 2018. A linha Bangüê, que usa as madeiras de amburana e carvalho, foi premiada no Australian Internacional Beer Awards, na Austrália. Mas esse é apenas um dos prêmios da cervejaria mais premiada do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil.
 

Foto: Terra magazine.

EKÄUT

Inaugurada em janeiro de 2016, a Ekäut já se estabeleceu como referência em cervejaria pernambucana. E pernambucana de raiz,ela é, abraçando nossa história desde a escolha do nome – inspirado no desenhista holândes Albert Eckhout – até a premiada APA 1817, uma American Pale Ale que homenageia a Revolução Pernambucana de 1817, um dos mais importantes movimentos emancipacionistas do período colonial brasileiro. Mas o incentivo à cultura local não para por aí.

Sócios André e Diogo. Foto: Diario de Pernambuco

Além de marcar presença nos principais eventos locais e reconhecer a importância do movimento dos cervejeiros caseiros, a Ekäut também sabe aproveitar outros talentos da terrinha. Em 2017 a cervejaria lançou a Ekäut Coffee Stout, fruto de uma união com a produtora pernambucana de café Yaguara Ecológico. Com o cuidado e qualidade que os sócios, Diogo Chiaradia e André Turton investem no negócio desde sua concepção, o sucesso e reconhecimento da Ekäut era mais do que esperado. 

Foto: Revista Malagueta.

É com grande prazer que contamos com a participação dessas cervejarias  no nosso “Que Malte Pergunte.. tem cerveja gringa aí?”!

Para compra de ingresso, clique aqui: https://goo.gl/MNDHWn

E para conferir a batalha de cervejeiros caseiros, acesse nosso instagram: @mariabonitabeer

 

Cervejaria Perro Libre no Que Malte Pergunte 2018

❤ Por Marias Bonitas

É com muito orgulho que apresentamos a primeira cervejaria que aceitou participar (e com entusiasmo) do “Que Malte Pergunte… tem cerveja gringa aí?”! Sim meus amigos e minhas amigas, estamos hablando da Perro Libre (Porto Alegre-RS)! o/

Uma cervejaria que se intitula “sem coleiras” e que começou em 2011 nas panelas de casa como muitos(as) de nós. E como caseiros criativos, o objetivo era explorar ao máximo os limites da arte de produzir cerveja. Em 2012 o que era a contemplação da arte passou a ser ciência para a Perro e o Thiago foi se profissionalizar na Inglaterra!

mg_3900_pb-855x570.jpg
Thiago, Lucas e Alberto (da esquerda para a direita) no primeiro dia de produção da Perro Libre.​ Fonte: https://goo.gl/B5ZWj7

Em 2015 a Perro já produzia 1.000 litros por mês e até o final deste mesmo ano, já passavam da marca de 3.000 litros. Esse mesmo ano foi muito representativo para nós da Maria Bonita Beer, pois foi o ano de lançamento da 803, aquela cerveja tão marcante e importante para o cenário cervejeiro. A 803 é uma linda homenagem ao Dia Internacional da Mulher (8/03), e sim, a cerveja é porreta: uma Black Rye IPA, sem precedentes de tão boa! Um orgulho!

E daí por diante a Perro libre só tem nos surpreendido com seus rótulos livres e desimpedidos de amarras.

Perro Tap Room | Fonte: Cristiano Bauce Fotografia de Arquitetura

Confere só alguns sucessos:

  • Cervejas fixas: Neo Pils Hop Blend, American Pale Lager, Session IPL, American Pale Ale e India Pale Ale).
  • Cervejas sazonais: Sorachi Berliner e a 803.
  • Edições limitadas: Galaxi Juicy Tart, Solo Citra Double, Solo Simcoe Double IPA, Powder & Resinate DIPA e SWC Double IPA.
  • Cervejas Colaborativas: Juicer Than Ever (EverBrew) e a Braskadi (feita na Espanha, em colaboração com a Laugar Brewery).

E aí? Animados? Estamos a todo vapor para entregarmos uma festa memorável a vocês!

Para compra de ingresso, clique aqui: https://goo.gl/MNDHWn

E para conferir a batalha de cervejeiros caseiros, acesse nosso instagram: @mariabonitabeer

Besos lupulados e hasta luego!

Escola inglesa x Escola Americana: de que lado você está?

❤ Por Marias Bonitas

Olá Cervejeiras(os)!  O Que Malte Pergunte este ano é sobre essas duas escolas cervejeiras que fazem sucesso nos pubs, bares, brewpubs, cervejarias, restaurantes, enfim… no seu copo/taça.

Que tal adicionar madeiras, frutas, especiarias, flores, chás, cafés, para incrementar ainda mais essas belezinhas?

E como vocês sabem desde a edição passada, as verdadeiras estrelas da festa são os(as) cervejeiros(as) caseiros(as) e as cervejarias com as suas cervejas temáticas. O regulamento segue basicamente o mesmo que foi acordado na edição Tem Limão Aí: mínimo de 20 litros  e máximo de 50 litros por estilo para troca de ingresso pra festa. Vide regulamento e ficha de inscrição (data limite: 12/12/2017).

Sendo assim, para dar aquela facilitada na busca por inspirações para o evento, fizemos uma listinha misturando estilos do BJCP 2015 e do BA 2017. Então confere aí:

Conhecida pela ênfase nos aromas e sabores maltados e lúpulos terrosos, florais e herbais, a escola inglesa encanta dos mais leigos aos mais experientes.

  • British Bitter: Ordinary Bitter, Best Bitter ou Special Bitter, Extra Special Bitter, Strong Bitter.
  • Pale Commonwealth Beer: British Golden Ale, Australian Sparkling Ale, English IPA.
  • Brown British Beer: Dark Mild, British Brown Ale, English Porter, Baltic Porter, Robust Porter.
  • Scottish Ale: Scottish Light, Scottish Heavy, Scottish Export.
  • Irish Beer: Irish Red Ale, Irish Stout, Irish Extra Stout, Sweet Stout ou Cream Stout.
  • Dark British Beer: Sweet Stout, Oatmeal Stout, Tropical Stout, Foreign Extra Stout, Dry Stout.
  • Strong British Ale: Old Ale, Wee Heavy, English Barleywine, Britsh-Style Imperial Stout, Export-Style Stout.
  • IPA: English IPA, Specialty IPA (Black IPA, Brown IPA, Red IPA, Rye IPA , White IPA).
  • Outras: English-Style Summer Ale, English-Style Pale Mild Ale, English-Style Dark Mild Ale, English Wood Beer.

Esta é a escola conhecida pelos seus radicalismos e pelos seus lúpulos cítricos. Com ênfase no “exagero”, a escola americana faz, literalmente, a cabeça dos hop heads, como gostam de ser chamados os amantes de lúpulos. Mas nem só de lúpulo vive a escola americana, hein. Dá uma olhada na listinha aí abaixo:

Standard American Beer: American Light Lager, American Lager, American Amber Lager, American Amber Light Lager, American-Style Pilsener, American-Style Ice Lager, American-Style Malt Liquor, Cream Ale, American-Style Marzen/Oktoberfest, American Style Dark Lager
Pale American Ale: Golden ou Blonde Ale, American Pale Ale
Amber And Brown American Beer: American Amber Ale, California Common, American Brown Ale
Strong American Ale: Double IPA, American Strong Ale, American Barleywine, Wheat wine ale, Imperial IPA, Double Red Ale, Imperial Red Ale
American Wild Ale: Brett Beer, Mixed-Fermentation Sour Beer, Wild Specialty Beer, American-Style Sour Ale.
Outras: American IPA, American Black Ale, American Stout, American Imperial Stout, Smoke Porter, American Wheat Beer, Pumpkin Spice Beer, American Wood Beer.

E aí? Quem você vai defender? De que lado você estará no dia 06 de janeiro? Que comecem as brassagens!