Marketing é importante para negócios cervejeiros?

Primeiro: Marketing não é propaganda, é estratégia. A palavra marketing significa mercadologia, e é um conjunto de atividades que vão desde o processo de criação, passando pelo planejamento e desenvolvimento de produto ou serviço que satisfaçam a necessidade do consumidor. Luana Cloper, profissional de referência no assunto fala que: “se os fundamentos do marketing forem bem utilizados, vão guiar os negócios desde a concepção do produto até a reverberação pós-consumo. O papel do marketing não é mais apenas vender o que estava sendo produzido.” Marketing hoje é desde da pesquisa prévia para concepção do produto até o engajamento seu público alvo com a marca.

Hoje teremos uma live com Victor Lamenha, sócio da cervejaria Capunga falando sobre marketing para cervejarias

Nessa palestra vai ser discutido o cenário de mercado e os instrumentos de marketing disponíveis para o setor de cervejarias. Quem é o seu cliente? Quais canais e conteúdos são interessantes para ele? Como tudo isso se insere no cenário da pandemia?
O Victor além de ser sócio de uma das primeiras cervejarias de Pernambuco, é o diretor comercial e de marketing da cervejaria Capunga, formado em Administração e Marketing e pós graduando em Publicidade e Marketing Digital. Além de presidente da Associação Pernambucana de Cervejas Artesanais (APECERVA).
Inscrição: AQUI
Acesso: Youtube (o link será enviado após a inscrição)

Para mergulhar ainda mais nessa área se especializando, O Marketing Cervejeiro liberou o pré-lançamento do curso online Marketing de Cerveja!

Este curso do Marketing Cervejeiro foi pioneiro no Brasil e já formou 13 turmas pelo Brasil! Agora se lança para o digital, com um conteúdo super completo sobre Comunicação e Estratégia para Negócios Cervejeiros.

Serão 50 horas de aulas, sendo mais de 40h gravadas para você assistir no seu ritmo durante 6 meses. Além disso, todo mês terá um encontro online ao vivo para sanar dúvidas e atualizar sobre as mudanças do mercado, o que é ainda uma oportunidade de network nacional (A parte mais importante de todos os cursos cervejeiros que fiz na vida!).
Além de aprofundar seus conhecimentos sobre o mundo da cerveja artesanal, você vai conseguir compreender conceitos de marketing aplicados a este universo. Serão abordados assuntos como: posicionamento de marca e branding para te tornar mais competitivo no mercado. Além de técnicas aplicáveis de marketing digital, assim como relacionamento com a imprensa, criação de rótulo, inovação e remodelagem de negócio.
Eu tive uma experiência super legal no mesmo curso no modelo presencial lá em Porto Alegre conto um pouco da minha história com a escola nesse vídeo.

Essas fotos são um pouquinho do que rolou por lá. Foi um curso bem rico em idéias, vale super à pena!

Dá uma olhada nos professores!
Érica Barbosa (fundadora do Marketing Cervejeiro®️), Pedro Ribeiro (co-fundador da AcervA Carioca e gestor do brewpub Narreal), Luana Cloper (especialista em eventos cervejeiros e ex-diretora do Mondial de La Bière e Brasil Brau), Carlos Felipe (editor do portal Catalisi), Taiga Cazarine (jornalista e diretora de comunicação da ABRACERVA) e Léo Gil (sócio fundador e diretor de marketing da cervejaria Three Monkeys).

O pré-lançamento conta com 10% de desconto sobre o valor do lançamento oficial e agora pode ser parcelado em até 12x sem juros! Esse desconto vai durar poucos dias. Coooorrreeeee!!!!!!

Confira todas as informações e garanta sua inscrição: AQUI

Beijos marketeiros 🍻

Novidade no bairro de Casa Amarela!

❤ Por Marias Bonitas

Se tem uma cervejaria que tá no coração do cervejeiro recifense, essa cervejaria é a Patt Lou. Conhecida pelo amor que coloca em tudo que faz. A Cervejaria que começou pequenininha com fábrica em Vitória de Santa Antão, abarcando várias cervejarias ciganas, do sonho do casal Patrícia e Luiz, hoje ganha mais sócios e novos desafios.

Em Dezembro a Patt Lou inaugurou o bar da fábrica na Rua Guimarães Peixoto, 455 no bairro de Casa Amarela.

 

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Com uma estrutura que vai receber também a fábrica num futuro próximo, além de espaço para cursos. A nova casa Patt Lou promete ser um recanto para cervejeiros com todos os níveis de intimidade com a cerveja artesanal. Já que além dos estilos da casa, eles prometem trazer uma variedade de cervejarias convidadas e a Hop Lager, já querida, El Dorado vem servida uma enorme caneca de 550ml!!! No precinho! Vai perder?

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O bar tem a incrível proposta de fazer com que as pessoas abram a mente para harmonizações musicais. Cerveja artesanal não precisa  necessariamente combinar apenas com rock,  concordam? Então, toda quarta feira tem forró pé de serra/rabecado; quinta e sexta e sábado tem rock (internacional, nacional e pernambucano), música popular brasileira; e no domingo tem sambinha de mesa.

Já as operações de comida oferecem desde petiscos a hamburguers artesanais e todo o atendimento é feito por tablets na mesa. Não precisa nem levantar pra ser feliz! ❤

 

Visitem o bar e encontrem essa equipe incrível para atendê-los!

Com uma estrutura dessas, não tem como os dias não serem massa, não é mesmo?

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Beijos lupulados! 😉

Visita à Cervejaria – Ateliê Wäls

❤ Por Nadhine França

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Ateliê Wäls é daqueles lugares incríveis que você não esquece. A arquitetura,  premiada como o melhor trabalho de arquitetura na categoria restaurantes – etapa América do Sul, Central e Caribe – do Prix Versailles 2018 reconhecido pela Unesco e pela União Internacional dos Arquitetos, é muito impressionante aos olhos. Possui uma vista incrível e suas curvas harmonizam perfeitamente com o relevo e pôr do sol local. Após descer pelo elevador, o espanto continua são 135.482 rolhas utilizadas na decoração, fazendo uma linda cortina que conjuga com a arquitetura.

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O Ateliê possui 21 torneiras das cervejas clássicas da Wäls à experimentos feitos na cervejaria. Fui recebida pelo cervejeiro da casa, o Célio Gutstein tem uma história muito ligada à cerveja, desde de criança acompanhava seu avô nas brassagens e fala com muito amor sobre o líquido sagrado. O desafio dele, hoje, é criar receitas cada vez mais inovadoras e levar o nome da Wäls para os melhores concursos. Ele me apresentou a maior e mais completa barrel room da América Latina, degustei algumas das novidades no tanque… foi uma experiência completa. ❤

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Além dos barris de madeira, ainda tem dornas, que são estruturas de madeira que por terem uma menor superfície de contato com o líquido, passam as características da madeira de forma mais suave.

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Degustar do tanque é mais gostoso né!

zwickel ou rabo de porco é essa saída colocada na torneira do fermentador para conseguir controlar com mais facilidade a saída da cerveja.

Pra quem quiser conhecer o sonho do José Felipe e Tiago Carneiro, que rodaram o mundo conhecendo cervejarias, o Ateliê da Wäls possui um visita guiada, nas quintas e sábados com agendamento pelo site. O Célio vai atender a todos com maior prazer.

 

Beijos de pão de queijo!

Tecnologia Cervejeira

❤ Por Marias Bonitas

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Esse post vai pra quem quer se profissionalizar ainda mais no meio cervejeiro.

A Bräu Akademie está trazendo pra Recife o curso de Tecnologia Cervejeira! É um curso profissionalizante que tem como objetivo capacitar o aluno em a trabalhar em diversas áreas dentro de uma cervejaria. Se sua intenção é fazer cerveja em casa, vai poder levar sua qualidade a um estágio profissional.

Esse curso atende tanto o cervejeiro caseiro mais criterioso e que quer melhorar a qualidade da sua cerveja quanto o cervejeiro que quer abrir a sua micro cervejaria. A ênfase desse curso é produção. São 112 horas de curso em 7 finais de semana. Realizados aos sábados e domingos.

ATENÇÃO! Inscrições até 30/01 têm desconto

Se junte a essa turma de profissionais super capacitados. O público a que se destina é bem variado: vai do caseiro nerd ao dono de microcervejaria. Se você quer melhorar seus processos, é lá que você vai encontrar os detalhes minuciosos de um excelente processo cervejeiro.

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Aprendendo com profissionais de dentro do mercado, super atuais, quem há de melhor.

Olha a lista de professores:

Chiara Rêgo Barros Engenheira Química graduada pela Universidade Federal de Pernambuco. Pós-graduada em Biotecnologia e Bioprocessos pela Universidade Estadual de Maringá. Pós-graduada em Gestão da Qualidade e Produtividade pela Universidade de Pernambuco. Cervejeira Técnica pelo SENAI Vassouras com certificação Alemã pela Câmara de Indústria e Comércio da Baviera. Bier Sommelière pela ESCM/ Doemens Akademie. Experiência de 13 anos na área de cervejas, 11 deles como Cervejeira em duas grandes indústrias (Ambev e Brasil Kirin) sendo responsável pelo processo produtivo de Cervejas, desde o recebimento da matéria-prima até o produto filtrado, envolvendo produção, gestão de qualidade e produtividade, bem como treinamento e desenvolvimento de pessoas. Professora de Tecnologia Cervejeira pelo SENAI Pernambuco. Professora e consultora no Instituto Ceres de Educação Cervejeira.

Matheus Aredes, Formado mestre cervejeiro e mestre malteador pela VLB Berlim. Trabalhou em 2 cervejarias alemãs: Brew Baker Berlim e Bayerischer Bahnhof Leipzig, cervejaria na qual é produzida a mundialmente famosa Leipziger Gose. Se formou Mestre em Estilos e Avaliação Sensorial pela Siebel Chicago/EUA. Também cursou Fermentação Avançada e Práticas de Laboratório na White Labs em San Diego/EUA. Cursou Harmonização com Cerveja e Como Montar sua Cervejaria na Escola Superior de Cerveja e Malte em Blumenau/SC. Se tornou juiz pelo BJCP tendo experiência em julgamento e organização de concursos. Trabalhou como cervejeiro na Cervejaria Dortmund em Serra Negra/SP. Foi professor do curso  mestre cervejeiro na Escola Superior de Cerveja e Malte.  Lecionando Lúpulo e o módulo de Finalização (Filtração, Carbonatação, Envase e Estabilização). Suas atividades atuais são: prestar consultorias a micro cervejarias, dar aula pela Bräu Akademie e desenvolver projetos na área de lúpulo. Recentemente iniciou o estudo para criar um novo Modelo de Cálculo de Amargor, que é uma fórmula matemática onde estima o amargor da cerveja. Devido à importância do projeto, já participou de congressos internacionais onde palestrou ao lado de Stan Hieronymus (escritor do livro Hops), John Palmer (How to Brew), Charles Bamforth, John Mallett (livro Malte).

Gabriela Müller, Graduada em Farmácia pela Universidade de Caxias do Sul. Mestrado em Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas. Doutorado em Bioquímica e Pós-doutorado em Biotecnologia e Biociências pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professora da Escola Superior de Cerveja e Malte/SC nos cursos de Pós-graduação em Tecnologia Cervejeira e Mestre Cervejeiro nas disciplinas de microbiologia e bioquímica aplicadas a cerveja, fermentos, análises laboratoriais e controle de qualidade microbiológico. Possui experiência nas áreas de fermentação alcoólica, genética de leveduras e microbiologia aplicada a produção de cervejas. Produz cerveja em casa desde 2011. É diretora técnico-científica da ACervA Catarinense. Proprietária da empresa de fermentos líquidos e kits para controle de qualidade Levteck Tecnologia Viva em Florianópolis/SC.,

Fernanda Gabriela Fregonesi Biomédica com dupla habilitação em microbiologia e patologia clínica. Especializada em brewing microbiology pelo Siebel Institute Mestra em biotecnologia agroindustrial pela Universidade Positivo.Professora no curso de Gestão e tecnologia da cerveja pela Universidade Positivo. Fundou a Yeast Facts em 2013 onde ministras cursos e dá consultorias. Foi responsável pelo Controle de Qualidade da Cervejaria Dádiva.

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A Bräu é nossa parceira pro Que Malte Pergunte!

Mas não apenas por isso, estamos super ansiosas pra fazer esse curso! Quem vai? o/ Garanta já seu ingresso: clique aqui.

Beijos tecnológicos pra vcs!

NONECO e Cerevisia. Caatinga Rocks e Raffe. É o Nordeste aprontando!

Por Nadhine França 

Depois do aniversário da Raffe, que teve várias ótimas cervejas do Nordeste. Mais dois eventos corroboraram para que, além do visível crescimento do mercado pernambucano, batesse aquele misto de orgulho com constatação: estamos evoluindo. E rápido.

O encontro Norte, Nordeste e Centro-oeste aconteceu na cidade de Maceió, minha sereia! Terra das premiadas Caatinga Rocks e Hop Bros. Mostrou que além de praias maravilhosas, a galera já tá fazendo cerveja muito boa.

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No evento rolou uma série de palestras com Igor Pourro, falando sobre a água cervejeira, Rodrigo Campos dando dicas sobre como fazer uma sour campeã, Lucas Domingues enumerando as IPAs e suas técnicas e Daniel Bode falando sobre estabilidade de espuma e sensorial e coloidal. Palestras de alto nível e super necessárias. Hoje os caseiros precisam muito de um maior conhecimento sobre passos mais avançados do que simplesmente deixar a levedura ter o trabalho árduo de transformar aquele mosto feito de qualquer jeito em cerveja.

Ainda rolou um Curso de análise sensorial com Rafa De Conti extremamente necessário para todo profissional do ramo cervejeiro.

E no sábado… a festa! Open bar com as cervejas dos Acervianos do Norte, Nordeste e Centro-oeste. A banda de cervejeiros caseiros deu um show incrível!

Os medalhistas foram:

Alemã
PRATA – Ricardo Zanata (Acerva Candanga)
BRONZE – Bruno Rocha (Acerva PE)
Inglesa
BRONZE – Erivaldo Casado (Acerva Candanga)
Americana e Catharina Sour
BRONZE – Carlos Monteiro (Acerva Potiguar)
PRATA – Rodrigo Campos (Acerva Alagoana)
M. Honrosa – Jesuino Neto (Acerva Cearense)
Belga
Não houve medalha
BOS
Catharina Sour (Rodrigo Campos. Acerva Alagoana)

Eventos

Já o Cerevisia é o evento anual da Acerva Paraíba. Esse ano foi o primeiro com congresso e concurso de caseiros. Tudo feito com muito amor. Adoramos participar super de perto de todo o processo. E esperamos ansiosamente os próximos!

O mais legal de participar desses eventos é rolar toda essa proximidade entre os caseiros de todo o nordeste. Isso é muito importante pro crescimento do movimento como um todo.

Nesse meio tempo conhecemos o TapRoom da cervejaria Caatinga Rocks. Lugar com a decoração super bacana, atendimento muito simpático. As brejas, vocês já devem conhecer né!? A Serelepe ganhou prêmio de melhor cerveja do país na Copa da Cerveja POA. A Zumbi esteve no ultimo QMTP e arrasou corações. É sempre surpreendente uma Stout com uma refrescância, a Tropical Stout leva adição de nibs de cacau, coco queimado e hortelã, e no final do ano passado eles lançaram uma versão envelhecida em barrica de cachaça (carvalho) por seis meses com adição de goiaba na fase final de maturação. Mas minha nova paixão deles é a Twist and Sour uma Gose com limão siciliano, limão taiti, laranja bahia e sal rosa, eu falei: S-A-L-R-O-S-A!!! Ela sozinha já é uma delícia…mas com gin então….fica divino!

A Raffe que nós já falamos aqui quanta cerveja boa tem lá, vai realizar mais uma festa neste sábado 19/01 no Covil a Raffe Summer Fest! O evento promete ser incrível! Com muita música boa, comidinhas da Chiberium e Milliways, e claro… cervejas! Terão cervejas exclusivas do evento de cervejarias convidadas e algumas de linha da cervejaria. E com preços mais incríveis ainda…todas as cervejas custarão 7 ou 10 reais o chope!!!

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E você pode comprar o ingresso por AQUI. E é claro que eu vou estar lá!!!!!! Vamossimbora!?

A Caatinga Rocks e a Raffe são cervejarias parceiras desse Que Malte Pergunte… e Que Malte Pergunte… você já comprou seu ingresso???? Tá vacilando! Compra AQUI!

Te esperamos nessa festa linda que estamos preparando com muito amor e ansiedade.

Beijos salgados!

 

Como Capturar ~Pokemóns~ Leveduras Selvagens

❤ Por Nadhine França

A levedura é um organismo unicelular amado por todos os cervejeiros raiz, devido à sua incrível habilidade de converter os açúcares em CO2 e álcool. Quer capturar leveduras? Sim! Você pode!  Mas a dica principal neste caso é a PACIÊNCIA. E tenha sempre em mente o tipo de cultura que você deseja capturar.

Fonte: fermentecnews

Como assim?

Existem as Culturas Puras e as Mista:

ISOLANDO CULTURAS PURAS ISOLANDO CULTURAS MISTAS
  • PREPARAÇÃO
  • CAPTURA
  • ISOLAMENTO
  • IDENTIFICAÇÃO
  • PROPAGAÇÃO
  • PREPARAÇÃO
  • CAPTURA
  • TESTES SENSORIAIS
 

Você deve escolher qual o tipo de levedura que deseja, se vão ser as amiguinhas Saccharomyces ou as temidas e amadas Brettanomyces… Ou alguns tipos de bactérias… Para isso é preciso conhecer o perfil que cada uma delas pode trazer na sua cerveja e as condições ideais para que elas se propaguem.

PREPARAÇÃO

A fase de preparação é igual para os dois tipos de cultura. Separe um mosto de maltose esterilizado e escolha o material de onde vai ser colhida a cultura de levedura selvagem, pode ser de frutas madura, casca de árvores, pólen de flores, de um ambiente, etc.

CAPTURA

A captura pode ser feita por diversos métodos:

  • Captura em potes do ambiente pode demorar bastante (afinal, é um pote solto num ambiente de possível fermentação, com um voal para proteger o mosto de organismos maiores indesejados). Lupular ou não o mosto, vai contribuir com o tipo de micro-organismo que irá proliferar no meio. Você vai esperar atenuar ou atingir a acidez que deseja… isso você só vai saber provando… mas cuidado.
  • Com as frutas, você pode deixar ela dentro do mosto ou remover depois de um tempo. É importante que a fruta tenha amassados que indiquem presença de micro-organismos para ajudar na fermentação.
  • Já com o cotonete esterilizado, você vai tirar a amostra de onde deseja com ele, seja da casca de uma fruta, raiz, casca de árvore, flor… colocar no mosto e aguardar a a proliferação.

Em todos os casos a cultura deve demorar de 30 a 50 dias para poder der usada. Se a captura foi feita para isolar cultura mista, aqui você já passa para os testes sensoriais para saber se você vai querer usar aquela cultura na sua cerveja. Caso deseje isolar um tipo específico… passe pra fase de isolamento.

Você sabia que a Levteck faz CONSULTORIAS e CURSOS sobre leveduras?

A Levteck Tecnologia Viva possui especialistas habilitados para realizar consultorias para implementação de laboratórios em cervejarias, criação de programas de controle de qualidade, pontos críticos de controle, elaboração de produtos, entre outras. Entre em contato conosco para saber mais.
Os cursos tem objetivo de expor de maneira mais aprofundada aspectos de vida, manutenção, propagação e armazenamento de leveduras utilizadas para fabricação de cerveja caseira, proporcionar a prática de manipulação e visualização de leveduras.

ISOLAMENTO

O ambiente para o isolamento, deve ser asséptico para não ter contaminação e independe do método de captura das leveduras. Existem meios de cultura específicos para bactérias ou leveduras.
Placas especiais para isolamento são usadas elas ajudam a identificar um determinado tipo de cepa

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Fonte: My Scientific Blog

IDENTIFICAÇÃO

É necessário verificar a morfologia da colônia para poder separar cada tipo de colônia, além de verificar produção de ácido. Leveduras normalmente se apresentam de forma circular, côncava, lisa, brilhante, branca.

PROPAGAÇÃO

Propagação é um assunto um pouquinho mais extenso… vou deixar uma opção de link AQUI.

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Imagem: Lamas Brew Shop

Fonte: Esse tutorial foi feito à partir da Palestra realizada por Gabi Muller, sócia proprietária da Levteck, empresa parceira do Que Malte Pergunte para HoptoberFest 2018 da Acerva PE, veja todos os slides AQUI.

A Levteck além de vender leveduras líquidas de altíssima qualidade, possui cepas de leveduras selvagens e bactérias e as tais placas para o isolamento podem ser adquiridas AQUI.

Que Malte Pergunte… tem cerveja pura aí?

Ahhhh e não esquece de comprar seu ingresso pro Que Malte Pergunte, os ingressos não dão pra quem quer… quem compra antes garante que participará da maior prévia de carnaval cervejeira de Pernambuco!

Obrigada a Levteck sempre parceira do Que Malte Pergunte. Lembrando que o PRIMEIRO LOTE ENCERRA DIA 15/01/2019. O Que Malte Pergunte, tem cerveja pura aí é uma festa que não dá pra perder. Escolha seu lado e garanta já seu ingresso: clique aqui.
Beijos fermentativos.

 

 

 

Que Malte Pergunte… Qual a data e Local?

Por Marias Bonitas ❤

Vocês lembram do lugar lindo que foi o QMTP desse ano né? O Jardim Aurora ornou completamente com a nossa vibe… e é lá que vamos fazer a festa novamente!!!

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Que Malte Pergunte…Tem Cerveja Gringa aí? – 2018

SIM! teremos aquela grama linda, estrutura impecável, limpeza e segurança que vocês tanto elogiaram (Foi incrível mesmo).

A diferença é que esse ano a festa será noturna (isso mesmo! Na calada noite preta!), para ressaltar ainda mais o tema da festa e tornar o ambiente mais propício.  No dia 25/01, uma sexta-feira, pra que todos os gatos sejam pardos. Por isso, cervejeir@s, se organizem bem pra entrega! #FicaDica

LEMBRANDO que… o último dia pra inscrição dos caseir@s para troca de cerveja por ingresso e concorrer a prêmios incríveis dos nossos parceiros é dia 27/12!
Quem for enviar BARRIL e/ou GARRAFA deve preencher o formulário (clique aqui) corretamente e escolher qual lado quer estar nessa festa, que vai dar o que falar e sentir.

Haverá premiação pra 2 estilos da Cerveja Pura e 2 estilos da Cerveja Impura, o voto é popular, querid@x! Iremos implementar um sisteminha de votação babado, pra ninguém ficar de fora. 😉
Se liga nas premiações da edição passada: https://mariabonita.beer/2018/01/11/concurso-por-voto-popular-qmtp2018/

Todos que constróem com a gente essa festa massa, tem o intuito de reunir os amig@s em prol de um movimento cervejeiro crescente e confraternizarmos no melhor estilo!

Então coloca aí na agenda cervejeira:
Data: 25/01
Hora: a partir das 20h
Local: Jardim Aurora (Rua dos Palmares, 1306 Santo Amaro – Recife/PE)

Beijos de puro malte!

Como Fazer uma Cerveja Impura?

Por Nadhine França

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Cerveja Satan na loirasdebigodes

 

Vamos fazer cerveja com maldade…

O Edital pro “Que Malte Pergunte… tem cerveja pura aí?” saiu na semana passada AQUI.

E vocês viram que o contra ponto para as cervejas da Lei da Pureza são cervejas que tenham em sua composição, no mínimo 3 ingredientes a mais do que os permitidos nesta Lei.

Vamos falar um pouco sobre as possibilidades…

ADJUNTOS (amiláceos) milho, arroz, centeio, mandioca, sorgo, aveia, xarope de maltose

Imagem: Geday do Brasil

Fiquem atentos, pois os adjuntos fontes de amido, só podem ser diretamente adicionado ao malte quando sua temperatura de gelatinização for inferior àquelas utilizadas durante a mosturação da cerveja!!! Caso contrário é preciso fazer uma gelatinização prévia objetivando expô-lo às enzimas presentes no malte.

ESPECIARIAS canela, cravo, anis estrelado, baunilha, nibs de cacau, café, gengibre, pimenta, zimbro, camomila, erva-doce, semente de coentro…

Imagem: Tulsiindian Cuisine

Estas são algumas das possibilidades. A maioria dessas podem ser adicionadas no final da fervura,  prevenindo assim o risco de contaminação, em contrapartida, pode reduzir a contribuição de aroma e em alguns casos pode trazer adstringência. Outras especiarias podem se beneficiar mais em adições posteriores como durante o fim da fermentação, na maturação ou no envase onde a cerveja já vai está saturada de álcool e lúpulo, portanto o risco de contaminação permanece pequeno.

FRUTAS E VERDURAS Manga, Goiaba, Limão, Laranja, Acerola, Cajú, Cajá, Pêssego, Abacaxi, Carambola, Pepino, Tomarilho…

São infinitas as possibilidades. As frutas podem ser adicionadas in natura, polpa, suco, geléia, xarope… Também pode ser adicionada no fim da fervura, fermentação, maturação ou até mesmo no serviço, como é o caso de xaropes que são adicionados na Berliner Weisse tradicionalmente. O cuidado aqui é com o açúcar da fruta. Se você não contar com ele pode ter uma cerveja muito mais alcoólica do que o esperado ou até uma surpresa nada agradável na refermentação por exemplo, já vimos garrafas explodirem na mão na pessoa!

MADEIRAS carvalho francês, carvalho americano, amburana, sassafrás, jaqueira, castanheira, pinho…

Imagem: Chips de carvalho

Temos uma riqueza de madeiras incrível! Apesar do tempo curto ( estamos à 37 dias da festa!), é possível usar chips de madeira pra trazer uma certa complexidade. Chips podem ser colocados até no barril na cerveja já pronta. Normalmente embebidos em algum destilado, que vai além de dificultar a proliferação de algum agente contaminante, vai trazer as características da bebida pra sua cerveja também, caso não queira isso, opte por uma vodka.

 LACTOBACILLUS lambicus, buchneri, casei, brevis; E PEDIOCOCOS

Imagem: Fine Art America

Como as leveduras de cerveja, os lactobacilos metabolizam os açúcares como a principal fonte de energia, mas, no lugar de álcool (como as leveduras), produzem ácido lático. Embora seja indesejável na maioria das cervejas, existem alguns estilos de cerveja para os quais os lactobacilos ajudam a criar parte do sabor característico da cerveja. Estes incluem a maioria das cervejas belgas ácidas, como lambics, sours americanas e até mesmo a tradicional Berliner weisse.

O malte geralmente tem grandes populações de Lactobacillus nas cascas. Então, algumas cervejarias alemãs usam uma pequena quantidade de malte para inocular no mosto não fermentado afim de  acidificá-lo. Este mosto secundátio “azedo” pode então ser usado para a acidificação do mosto principal sem violar a Reinheitsgebot (Lei da Pureza Alemã).

Onde comprar? Cliquei aqui.

LACTOSE, MEL E CHOCOLATE Milkshake IPA? Stout Capuccino? Mel de laranjeira, chocolate Porter…

Imagem: Huff Post Brasil

Aqui você entra na zona das bebidas mistas, assim considerada a cerveja que leva produtos de origem animal, pela nossa legislação.

A lactose é um açúcar granulado fino, não fermentado pelas leveduras, que adiciona corpo e textura macia às cervejas.  A lactose proporciona apenas 1/6  da doçura da sacarose, que é o açúcar de mesa, por isso não é doce, mas definitivamente pode dominar se você colocar muito. Você pode adicionar entre 2 a 7% de lactose no final da fervura para resultados interessantes.

Já o mel é totalmente fermentescível e pode alterar bastante seu cálculo de graduação alcoólica. Você pode adicionar nem qualquer etapa desde a fervura, fermentação, maturação ou até mesmo no envase. Mas cuidado para evitar explosões de garrafas. E a pasteurização é recomendada para adições a partir da fermentação primária.

O sabor de chocolate você pode encontrar na forma de nibs ou extrato de cacau. Caso você queira adicionar o chocolate mesmo, saiba que ele leva gordura e portanto, pode estragar com sua espuma. Experimente a misturinha de nibs de cacau na fervura com extrato de fava de baunilha na maturação. Isso te dará o sabor quase que exato do chocolate ao leite. #FICADICA

CORREÇÃO DE ÁGUA Cálcio, Magnésio, Sulfato, Zinco e Cloretos

Imagem: Huff Post Brasil

Vão ajudar no perfil da sua cerveja. Uma água “dura” (Cálcio e Magnésio) normalmente é mais indicada para cervejas escuras, enquanto a água “mole” é indicada para a fabricação de cervejas claras. Zinco na quantidade certa vai fazer bem às leveduras, o sódio pode deixar sua cerveja salgada como o famoso estilo da região de Goslar.

BRETT

Eu sei, eu sei… não temos mais de um ano pra ter cerveja com aroma de estábulo… hehehe, mas vocês sabiam que a bretta é usada para fermentação da cerveja afim de deixar o perfil dela frutado (pêssego, manga e abacaxi) e de final seco? Sim! Temos cervejas fresquinhas com a temida Brettanomyces. Apesar da fama, a Bretta pode sim ser controlada mesmo em casa. O segredo é sanitização! Uma boa limpeza, na verdade é o segredo sempre!

Ajudei ou Atrapalhei? Agora ficou uma dúvida maior né?

OBS: Manga in natura e polpa de manga pasteurizada, vão trazer as mesmas características sensoriais pra sua cerveja…nada contra você usar se quiser… mas não vai contar como ingrediente extra pro QMTP. Caju e doce de caju contam sim como elementos diferentes, pois além de um perfil diferente, ainda tem diferença grande em relação ao açúcar.

Beijos brettados

 

 

Como fazer uma cerveja pura?

Por Nadhine França e Lucy Cavalcante ❤

Passo um: Procure um padre

Passo dois: Peça para que ele benza a água que você irá utilizar…

hehehe Não não não é nada disso que estamos falando…

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Papa Bento XVI comemorando o aniversário de 90 anos Fonte: /medium.com

Muita gente já ouviu falar da REINHEITSGEBOT (pronúncia em inglês: Rine-hites-ge-boat), essa é a lei de pureza alemã, uma das leis que regulamentaram a cerveja na história da humanidade.

“Rein” significa limpo ou puro; “-heit” significa “-eza”; então “Reinheit” seria “limpeza” ou “pureza”; “Gebot” significa “Mandamento” ou “Lei”.

Se trata de uma série de regulamentações que limitam os ingredientes da cerveja na Alemanha. A versão mais conhecida da Lei foi adotada na Baviera em 1516. A norma limitava a utilização apenas de água, cevada e lúpulo para fabricação da cerveja bávara. Só no século 20, a regulamentação foi atualizada para incluir a levedura – as amiguinhas só foram descobertas no século 19, por Louis Pasteur, por isso não entrava na lista antes. A norma ainda passou a permitir a utilização de outros cereais além da cevada, como o trigo.
Na verdade a Lei sofreu várias adaptações para o mercado moderno, como liberar o uso de açúcar, assim como a limitação do uso de nutrientes para as leveduras, a adição de gás carbônico (sem ser apenas através da fermentação) e do tratamento dos insumos, como por exemplo a reutilização de leveduras.

A Escola Alemã cervejeira nos remete ao trabalho feito com maestria com insumos limitados e possibilidades enormes. É um grande desafio.

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Sem querer criar polêmica… mas já criando… (#Treta hehehe) estamos falando aqui de fazer a cerveja com perfeição, em sua essência. O que deveria ser a lição de casa de todo cervejeir@. Faça uma boa lager, antes de colocar lúpulo de rodo para disfarçar possíveis problemas (na verdade, não faça isso!).

 

Boa parte dos estilos da família Lager surgiram aqui. Cervejas de perfil mais limpo. As leveduras ficam na parte de baixo do tanque de fermentação ao longo do processo e possuem baixa resistência as altas temperaturas. Trabalham de maneira mais lenta, o que contribui para um líquido mais límpido. A menor complexidade, se dá ao fato das leveduras liberarem menos ésteres durante o processo.

O “Que malte pergunte…Tem cerveja Pura aí?” vem cheio de desafios interessantes, como sempre, pra noss@s cervejeir@s mais criativ@s esquentarem suas barriguinhas no fogão e mandar ver nas cervejas maravilindas!!! \o/

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Alguns estilos de cervejas típicos da Escola Alemã:

PILSEN OU PILS Da cidade de Plzen (Pilsen em Checo) na República Checa. Tem como característica o seu amargor, a cristalinidade e espuma branca e compacta. Cada país tem a sua tipologia de Pils, modificando um pouco as suas características originais.

MUNCHENER  da cidade de Munique, originalmente escura, com notas de malte tostado, fruta seca, chocolate e pouco amarga. A Helles (clara em alemão), tem o malte mais evidente e tende ao doce de cereais e com baixo amargor.

DUNKEL – SCHWARZBIERAs Dunkel são versões escuras de alguns tipos de cervejas claras alemãs, produzidas através de maltes tostados. As Schwarzbier são cervejas escuras onde os maltes tostados chegam a dar aromas e sabores de chocolate, café e castanha, mas sem configurar o tostado no sabor.

VIENNA Nasceu na Áustria. As suas características são a sua coloração avermelhada com espuma branca e compacta, aroma de biscoito e frutas vermelhas, álcool baixo e médio amargor.

MARZEN e OKTOBERFESTBIER Marzen é produzida em março com uma cor âmbar e graduação alcoólica levemente alta. Já a, famosa por sua festa, Oktoberfestbier possui uma cor dourado levemente escuro, corpo redondo, com toques de biscoito e malte.

BOCK e DOPPELBOCK Da cidade de Einbeck na Alemanha. É uma cerveja escura e densa com perfumes de malte, frutas vermelhas e mel, pouco amarga. A Doppelbock é uma versão mais rica e encorpada, invernal com notas tostadas e frutadas.

DORTMUND EXPORT Da cidade de Dortmund. Cerveja clara menos amarga em comparação a uma Pilsen, teor alcoólico mais alto, mais redonda e gaseificada.

RAUCHBIER da região da Franconia na Alemanha, especificamente da cidade de Bamberg, com uma característica marcante de aroma e sabor defumados.

KÖLSCH Da cidade de Köln na Alemanha. De cor dourada e límpida, geralmente com um amargor leve, limpo e delicado, corpo muito leve, com aromas de lúpulo e floral e final seco.

WEIZEN ou WEISS da família Ale. Cerveja típica da Bavária. A levedura Weizen usada, dá um aroma frutado, geralmente de banana madura e temperos como o cravo. Kristallweizen versão filtrada e cristalina. Weizenbock ou Weizendunkel, possuem coloração mais escura, corpo cheio e graduação alcoólica elevada, além das características de uma Weizen, normal podem proporcionar toques de frutas vermelhas, tostado e café.

GOSE  O estilo alemão que não vai entrar na nossa lista de puras é da cidade de Leipzig na Alemanha. Estilo de trigo com características salgadas e láticas. O sal era natural da água da região por isso não vamos conseguir fazê-la sem ajustes… O que faz dela uma ótima pedida para uma cerveja do lado impuro da história… .\,,/

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Mapa super bacana encontrado da 99biere.de encontrado no beercast.com.br

Beijos translúcidos e delicados!

 

Aniversário da Cervejaria Raffe

Por Nadhine França 

Quem acompanha nosso Instagram (e podem seguir aqui!). Viu que temos uma relação toda especial com essa cervejaria de Natal. E claro que marcamos presença na festa de aniversário dos meninos.

Contam a história que o nome Raffe tem origem numa língua antiga que significa “Aquele que aconselha os lobos” e por isso o lobo está tão presente na história da cervejaria… seja na marca seja no covil…

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Ouuu tem uma resposta mais simples… Raffe = Raul, Adriano (Bozo) e Fernando. Será que foi só coincidência?

A festa foi na Arena das Dúnas, estádio na cidade de Natal, que além de partidas de futebol, tem a capacidade de abrigar eventos de grande porte, exposições e… Eventos cervejeiros como esse 🙂

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A festa foi super organizada com vários pontos para escolher sua cerveja, copos personalizados e boas opções de comida.

A animação foi por conta de Halisson Rasta, DJ Gustavo Rocha, Dusouto e Jack Black. E os shows foram incríveis!

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Eu no meio com as confreiras The Queen Suélia e Suane

A festa teve Flashes de tattoos com Sandro Freitas (artista exclusivo dos rótulos da Cervejaria Raffe).

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Além das cervejas da Raffe e a participação de várias cervejarias convidadas, rolaram os lançamentos:

  • da Ribeira, uma Double IPA (8.2% abv) com um perfil de lúpulos que mistura cítrico americano com uma pegada tropical dos lúpulos da Oceania, preza por um corpo mais leve e uma alta drinkability…
  • da Dark Sour Floresta Negra, a Dark Sour of the Moon, é com adição de geleia de frutas vermelhas, o que confere uma parcela de dulçor trazendo mais complexidade a Dark Sour original já tão amada da Raffe…
  • da Morena Tropicana, um cerveja incrível com a adição de todas as frutas da música de Alceu Valença de mesmo nome. Isso mesmo! Uma imperial stout com 12% abv , densa, licorosa e que trás todas as nuances das frutas da música. Predomina o dulçor, mas com notas tropicais das frutas e demais elementos. É pra beber cantando!

Morena Tropicana – Alceu Valença

Da manga rosa
Quero gosto e o sumo
Melão maduro, sapoti, juá
Jaboticaba, teu olhar noturno
Beijo travoso de umbu cajá

Pele macia
É carne de caju!
Saliva doce, doce mel
Mel de uruçu

Linda morena
Fruta de vez temporana
Caldo de cana caiana

Vou te desfrutar!
Linda morena
Fruta de vez temporana
Caldo de cana caiana
Vem me desfrutar!

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A convidadas foram: Mindubier (BA), Cervejaria Oito (RS), Cabocla (RN), 5 elementos (CE),  2 de Julho (BA), Urbana (SP), Locomotive (SC), Hop Mundi (RN), Ekaut (PE), DUM (PR), Estrada (PE), Trek Beer (RN), Caatinga Rocks (AL).

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Se não conhece ainda, vale super à pena passar no covil dos rapazes. Nas sextas e sábados, além da cerveja de super qualidade, tem um ambiente amistoso e acolhedor.

Essas fotos lindas são oficiais do evento de Ian Rassari @ianrassari

Beijos de manga rosa, melão, saputi, juá…