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Escola Inglesa ou Americana? Escolha um lado no Que Malte Pergunte 2018.

Por Instituto Ceres

O evento cervejeiro mais aguardado do ano tá chegando: O Que Malte Pergunte! Esse ano a escolha do tema do QMTP foi bem especial e desafiadora. Duas escolas cervejeiras polêmicas e cheias de encanto: as escolas AMERICANA E INGLESA.

Mas tem gente que deve estar se perguntando: mas o que é uma escola cervejeira? Não estamos falando aqui de instituições de ensino, mas da maneira como esses países ou regiões produzem sua cerveja. Seja pelas técnicas utilizadas, matérias-primas ou pelo DNA que deixam marcado em seus estilos.

ESCOLA INGLESA

Big Ben, a cabine clássica inglesa e o ônibus duplo em Londres

De um lado do ringue temos a Escola Inglesa, que abrange também a Escócia e a Irlanda. Tradicionais e orgulhosos de sua Ale, “Real Ale”. Uma das características das ”Real Ale” é a baixa carbonatação. Sim, a cerveja não está “choca”, realmente é menos carbonatada. Cheia de personalidade.

Sabia que por volta de 1530 até 1552 o uso do lúpulo era proibido por lá?

Alegava-se que ele tirava o caráter do malte torrado, descaracterizando assim, a ale. Ao contrário do que muitos pensam, a IPA (India Pale Ale) não é um estilo originalmente americano (muito menos indiano), e sim um estilo Inglês! Apesar das duas escolas adotarem o estilo, elas têm o perfil sensorial bem diferente. As inglesas com uma base maltada bem marcante, o lúpulo com caráter terroso e herbal, bem diferente da citricidade americana.

ESCOLA AMERICANA

Bandeira americana

Do outro lado do ringue temos os americanos. Uma escola conhecida pelos extremos.Há quem diga que seus estilos são apenas releituras de estilos existentes com uma pitada de exagero. Mas a escola americana é mais que isso. Ousadia, novas tecnologias e técnicas de utilização das matérias-primas, principalmente o lúpulo.

E nós brasileiros temos muito em comum com eles…

Quando se fala em cerveja americana, normalmente a primeira lembrança que vem à cabeça são as cervejas mais leves e claras, as american lager tão disseminadas mundo afora. O que nem todo mundo sabe é a origem dessas cervejas. Após 13 anos de lei seca nos Estados Unidos e crise econômica, foram introduzidos os adjuntos de uma maneira mais contundente, principalmente arroz e derivados de milho. Fonte de carboidrato, eles são utilizados na cerveja desde os primórdios, mas dessa vez, muito mais com o caráter de redução de custos e para proporcionar mais leveza para um público que, em sua maioria, não tinha a cultura de tomar cerveja. Anos depois, houve um “boom” de cervejarias artesanais e o mercado americano é um dos que mais crescem. Hoje com mais de 5.000 microcervejarias, ditam tendências de consumo e produção de cerveja.

MAS E VOCÊ? DE QUE LADO DO RINGUE ESTÁ?

No dia 6 de janeiro teremos exemplares das duas escolas na disputa. Um open bar com cervejas artesanais. Eu não perderia o QTPM se fosse você. Para compra dos ingressos, clique aqui.

E no dia 20 de janeiro, o Instituto Ceres promove um WORKSHOP DE INTRODUÇÃO AO UNIVERSO CERVEJEIRO, abordando a histórias dessas e das outras escolas cervejeiras, ainda com degustação de 8 rótulos sensacionais.

Não conhece ainda o Instituto Ceres? Para saber mais: www.sympla.com.br/institutoceres

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